Ter�a-feira, 21 de Agosto de 2018
Adicionar a Favoritos RSS Facebook Linkedin Twitter Wordpress
   
Selecione abaixo:



Anuncie AQUI
Celebridades GLBT
ClicRN
Estadão
Folha on Line
Istoé
Jornal da Paraíba
Paradas gays - News
Portal de Picos
Portal Terra
Saúde
Ultimas Notícias
Outras notícias
STF vota fim da proibição de doação de sangue por homossexuais
Jovem é agredido e ameaçado de morte, em festa, por ser homossexual
Dragon Ball Super: Elenco fala sobre possibilidade de Whis e Bills serem gays
Doação de sangue e o Supremo: saúde e igualdade
Frota perde ação, diz que juiz é do movimento gay e “julgou com a bunda”

Gay solteiro garante direito de adotar criança no Paraná

11/09/2015:

 

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) garantiu a um homem solteiro homoafetivo o direito de se habilitar para adoção de criança entre 3 e 5 anos de idade, conforme ele solicitou.

O colegiado negou recurso do Ministério Público (MP) do Paraná contra a habilitação permitida pela Justiça do estado. Para o MP, a adoção só deveria ser admitida a partir dos 12 anos, idade em que o menor seria capaz de decidir se consente em ser adotado por pessoa homoafetiva. Em parecer, o Ministério Público Federal opinou pelo não provimento do recurso.

O relator do caso, ministro Villas Bôas Cueva, afirmou que o artigo 50 do Estatuto da Criança e do Adolescente não proíbe a adoção de crianças por solteiros ou casais homoafetivos nem impõe qualquer restrição etária ao adotando nessas hipóteses.

O ministro observou que a Justiça paranaense reconheceu expressamente, com base na documentação do processo, que o interessado em adotar preenche todos os requisitos para figurar no registro de candidatos à adoção.

Família

O relator assinalou que a sociedade, não apenas do Brasil, vem alterando sua compreensão do conceito de família e reconhecendo a união entre pessoas do mesmo sexo como unidade familiar digna de proteção do estado.

"Nesse contexto de pluralismo familiar, e pautado nos princípios da igualdade e da dignidade da pessoa humana, não se vislumbra a possibilidade de haver nenhuma distinção de direitos ou exigências legais entre as parcelas da população brasileira homoafetiva (ou demais minorias) e heteroafetiva", afirmou o ministro no voto.

Villas Bôas Cueva concluiu que o bom desempenho e o bem-estar da criança estão ligados ao aspecto afetivo e ao vínculo existente na unidade familiar, e não à orientação sexual do adotante.

A decisão foi unânime.

(com informações do Superior Tribunal de Justiça)

 

http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-3--285-20150910

 

Comente esta matéria
Título: Gay solteiro garante direito de adotar criança no Paraná
Seu nome:
Seu Estado:
Seu e-mail:
Comentário:
Segurança: Confirme o código:
OBS.: Nos reservamos o direito de deletar toda e qualquer mensagem contendo palavões, baixarias ou até mesmo termos homofóbicos. Favor respeitar as devidas fontes de cada matéria.
Comentários
Não há comentários.