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O público quer saber: cadê esse beijo?

29/01/2014:

 

 

Novela das nove termina consagrando Félix e Niko e representantes de comunidade gay torcem por beijo Diário de S. Paulo

 

Divulgação/TV Globo  Novela de Walcyr Carrasco termina sexta-feira ao sabor de um romance gay
 
O capítulo de segunda-feira, mais especificamente a cena de Félix (Mateus Solano) e Niko (Thiago Rodrigues) discutindo a relação e, depois, quase se beijando,  emocionou o público de “Amor à Vida”. E rendeu recorde de audiência à Globo: 48 pontos.   
 

Fato é que a novela de Walcyr Carrasco termina sexta-feira ao sabor de um romance gay. Fato também é que a bandeira colorida foi levantada e o relacionamento entre Félix e Niko ganhou força e torcida. A adesão, vale dizer, é inédita, algo surpreendente, ainda mais diante de um tema carregado de conceitos e preconceitos, combustíveis históricos da polêmica. Ao avaliar sua criação, Walcyr explica qual acredita ser o principal legado da trama: “Sem dúvida alguma, a ideia da construção de uma família gay, em que os bebês podem nascer por fertilização ou serem adotados, foi importante. E espero que cresça o número de adoções de crianças já crescidas e de tipo físico diferente dos pais”.
 
 
Vice-presidente do grupo Arco-Íris, organização de defesa da comunidade LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros), Marcelle Esteves explica que a novela foi tema de diversas discussões e palestras: “A união homoafetiva e a adoção foram muitos debatidas por nós, sempre tendo ‘Amor à Vida’ como exemplo. Acho que a novela pode ter contribuído para que pessoas mais radicais sejam mais tolerantes”,  reforça.
 
 
Para o dentista Luiz Gustavo Pacheco, de 37, a trama é mais uma possibilidade de combater a intolerância: “O tratamento é normal, sem exageros, está sendo bem real. E é bacana essa torcida, inclusive minha, para que o casal fique junto”, confirma ele, que assumiu ser gay para a família aos 25 anos.
 

Luiz namora o psicólogo Fabrício de Souza, também de 37 anos, que diz se identificar com o personalidade de Niko: “Sou bobinho igual a ele, desses que acredita em todo mundo, não faz mal para ninguém. Existem muitas pessoas como Niko e  Félix por aí”, ressalta o dentista que, no entanto, questiona o beijo gay, ainda não exibido no horário nobre da Globo: “Tem de aparecer para acabar de vez com essa história”.
 

Mauro do Carmo Simões, de 31 anos, prestes a completar seis anos ao lado de Vinícius Lugon, de 26, faz uma ressalva semelhante: “É válido existirem representantes gays na mídia, mas casal de verdade se beija. Antes, Eron (Marcello Antony) e Niko raramente se abraçavam, mas bastou ele ter um caso com Amarilys (Danielle Winits) para a trama ficar mais picante”, compara e critica Mauro.
 

DIÁRIO opina: Ah... Esse tão falado beijo gay 
 
Félix e Niko poderiam ter se beijado na segunda-feira,  num momento doce entre eles. “Eles são tão bonitinhos, têm tanto amor... Por que achar que isso é errado?” Declarações como essa, feita por uma senhora de 77 anos, nos faz acreditar que o preconceito pode, sim, um dia, ser coisa do passado. Porém, ainda é triste ver que a TV (especificamente a Globo) censura o  beijo gay enquanto mostra a cena violenta de uma mulher esfaqueando seu amante. 
 

Vale dizer que as atrizes Giselle Tigre e Luciana Vendramini se beijaram em “Amor e Revolução” (2011), no SBT, mas a audiência é incomparável. Uma pena...

 

 

Fonte: http://www.redebomdia.com.br

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