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De malas prontas ao Brasil, papa Francisco enfrenta 1º escândalo no pontificado

22/07/2013:

 

Seu candidato para comandar banco do Vaticano teria tido caso gay no Uruguai

 

Do R7, com agências internacionais

 

De malas prontas para o Brasil, o papa Francisco enfrenta seu primeiro escândalo no cargo. Uma revista italiana acusa o líder da igreja católica de ter nomeado para comandar a reforma no IOR (Instituto para as Obras de Religião), o banco do Vaticano, um diplomata que teria tido um caso gay com um guarda suíço por anos.


A revista italiana L'Espresso revelou o "escandaloso caso de amor" entre o monsenhor Battista Ricca, nomeado pelo papa Francisco para um cargo estratégico no Banco do Vaticano, e o capitão da guarda suíça Patrick Haari.

 

Segundo o especialista em Vaticano dessa publicação, Sandro Magister, Ricca faz parte do chamado "lobby gay", uma rede de influentes prelados homossexuais, "um poder paralelo que trama contra o pontífice".

 

O atual colaborador do papa argentino ganhou a confiança de Francisco nos primeiros quatro meses de pontificado, a ponto de ter sido designado seu representante pessoal no Banco da Santa Sé. Dentro do Vaticano, ele é conhecido pela agitada relação homossexual que manteve com um oficial da guarda suíça, quando trabalhava na nunciatura apostólica de Montevidéu, no Uruguai, de 1999 a 2000.

 

De acordo com o conhecido vaticanista, teriam omitido do papa toda essa informação sobre Ricca, motivo pelo qual ele não teve objeções a nomeá-lo "prelado" do Banco do Vaticano. A missão de Ricca no IOR é ajudar o papa no trabalho de limpeza da entidade, desacreditada pela corrupção interna, tráfico de influências e até lavagem de dinheiro.

 

A revista conta que o religioso aproveitou o cargo de núncio interino para nomear seu amante em Montevidéu, autorizando até o envio de seus pertences, além de designar um alojamento e um posto para ele.

 

"A clara relação de intimidade entre Ricca e o capitão Patrick Haari escandalizava muitos bispos, sacerdotes e laicos desse pequeno país sul-americano, incluindo as religiosas que se ocupavam da nunciatura", completou Magister.

 

As revelações do vaticanista foram consideradas "pouco confiáveis" pelo porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi.

 

Ricca, de 57 anos, diplomata de carreira, que trabalhou em Congo, Argélia, Colômbia e Suíça, tem um passado "embaraçoso", afirma o vaticanista, revelando que ele já levou uma surra em um clube noturno para gays e que foi resgatado por bombeiros depois de ficar preso em um elevador com um rapaz.

 

O monsenhor Battista Ricca (esq.) foi nomeado pelo papa Francisco para um cargo estratégico no Banco do Vaticano Reprodução/L´Espresso

 

 

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