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Após aprovação da rainha, casamento gay é legalizado na Grã-Bretanha

17/07/2013:

 

Manifestante segura uma bandeira em frente ao Parlamento britânico Foto: AFP

 

A rainha Elizabeth II aprovou nesta quarta-feira o casamento gay na Grã-Bretanha. A decisão é o último passo para a legalização, que já havia obtido sucesso na Câmara do Lordes e na Câmara dos Comuns. 

 

 

A aprovação na Câmara dos Comuns do Parlamento britânico ocorreu no fim da terça-feira, após cerca de duas horas de debate. Foram 390 votos a favor e 148 contra.

 

 

"É um momento histórico, que repercutirá na vida de muitas pessoas. Estou muito orgulhosa que o tenhamos tornado possível", afirmou a ministra da Cultura, Maria Miller, cuja pasta elaborou o texto.

 

 

Os primeiros casamentos só poderão ser realizados a partir do próximo ano porque o governo tem de resolver algumas questões administrativas, como o efeito sobre as pensões.

 

 

O texto foi impulsionado pelo primeiro-ministro britânico David Cameron, apesar da oposição dentro de seu próprio Partido Conservador. O texto quase não provocou debate na opinião pública, majoritariamente favorável.

 

 

Os deputados decidiram não se opor a uma série de emendas menores ao projeto de lei propostas pela Câmara dos Lordes, e deixar assim livre o caminho para o casamento gay na Inglaterra e em Gales.

 

 

Para os britânicos, a mudança é principalmente simbólica, porque os casais gays têm os mesmos direitos de paternidade que os heterossexuais e podem adotar, recorrer à procriação medicamente assistiada e a uma mãe de aluguel, desde que não seja remunerada. Desde 2005 também existe a união civil entre pessoas do mesmo sexo.

 

 

A lei permite que organizações religiosas optem por realizar casamentos gays. No entanto, a Igreja da Inglaterra e a Igreja de Gales seguem proibindo este tipo de cerimônia.  A lei ainda concede proteção especial para casais transgêneros, que poderão trocar de sexo e continuar casados.

 

 

A decisão torna a Grã-Bretanha o décimo país europeu a aprovar a união entre pessoas do mesmo sexo, juntando-se a Portugal, Espanha, França, Holanda, Bélgica, Dinamarca, Noruega, Suécia e Islândia.

 

Com informações do site politics.co.uk e da agência AFP

 

 

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