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Nobel da Paz condena enforcamento de Gay no Irã

29/07/2005: da Folha Online

A ativista Shirin Ebadi, que ganhou um prêmio Nobel da Paz em 2003, condenou na semana passada o enforcamento de dois jovens homossexuais iranianos. A pena de morte --aplicada sob acusação de estupro de garotos-- também foi criticada por grupos internacionais de direitos gays.

Segundo Ebadi, o enforcamento dos rapazes por participação em "atos homossexuais" vai contra as leis da Convenção Internacional dos Direitos da Criança. Os jovens tinham 16 e 18 anos quando morreram em praça pública, no dia 19 de julho.

De acordo com ativistas gays, como o grupo britânico Outrage!, as acusações de estupro têm como objetivo colocar a opinião pública contra os homossexuais mortos. Na verdade, os jovens teriam se relacionado com o consentimento dos garotos, que agora são apresentados como vítimas de estupro.

De acordo com a Nobel da Paz, seu Centro de Proteção dos Direitos Humanos vai intensificar sua luta contra a execução de menores no Irã. "Meus pedidos para que isso aconteça caíram no vazio até agora, mas não vou desistir da luta", disse à agência de notícias Associated Press.

Ebadi ganhou o prêmio em 2003 por causa de seu trabalho relacionado à proteção de crianças e dos Direitos Humanos no Irã.

Mahmoud Asgari, 16, e Ayaz Marhoni, 18, afirmaram antes de morrer desconhecer a pena de morte para "atos homossexuais". Rohollah Razaz Zadeh, advogado de Asgari, disse que os tribunais iranianos não podem punir menores com essa sentença. "Eles [a Justiça], no entanto, fizeram suas próprias leis", disse.

As leis iranianas permitem a pena de morte para garotas maiores de 9 anos e garotos acima de 15 anos que cometem crimes como assassinato ou estupro. Apesar de restrita, esse tipo de punição já foi utilizada para condenar menores envolvidos em "relações sexuais ilegais".

Com agências internacionais

 

Fonte: Folha on line

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